[FP] Thyme Coleridge Maundrell - vampira

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

[FP] Thyme Coleridge Maundrell - vampira

Mensagem por Thyme Coleridge Maundrell em Sab Set 07, 2013 8:57 pm



Vampires
Nome Completo:THYME COLERIDGE MAUNDRELL
Idade:5 anos/21 anos
Qualidades/Defeitos:Leal e amorosa. Quando a família ou a amizade estão em jogo ser impulsiva pode ser uma ótima escolha. Quando desejo algo vou atrás até conseguir. Sou amiga do bom caráter e posso ser muito rude e ruim quando as pessoas tentam forjar algo ou me passar para trás. O desejo da alimentação por veias humanas é uma tortura constante e aprendo a lidar com a situação tendo por base a informação de que eu também já fui fragilmente humana.
Origem:Mystic Falls
Quem te transformou? Damon Salvatore
Animais Prefere Sangue humano ou de animais? Animais, pois sou mais forte do que a necessidade de atacar veias humanas
Avatar/Photoplayer:Kayla Ewell
Personalidade:

Tenho sede por aprendizado e desafios. Eu não gosto de choramingo e frescuras. Deixo o meu lado humano em off quando as coisas esquentam; ou seja, perigo demais o lado vampiro assume sozinho. Eu não sou de meias palavras e embora seja uma pessoa amorosa quando realmente esse sentimento vale a pena, posso ser cruel se você for falso comigo. Não tolero gente que pisa no meu calo e puxa o meu tapete sem que tenha alguma razão forte para isso. Adoro ter amigos e conhecer pessoas, não importa se são humanos, bruxos ou até mesmo lobisomens, cuja mordida pode matar, pois aprendo com todos eles; Mas eles não devem se meter onde não são chamados, porque se fizerem isso o coleguismo e até mesmo a amizade que posso ter com eles será automaticamente desfeita. Tenho muitas perguntas sem resposta a respeito de mim mesma e do que eu sou hoje, mas muitas vezes encontro nesses seres sobrenaturais o consolo, que não é exatamente a resposta, mas é o inicio da aceitação e da tolerância pra mim mesma. desaforo? nem vem! a situação pode ficar feia para você; não me obrigue a deixar o meu lado perverso tomar lugar da moça gentil e encantadora que sou quando não estou instável - se me perceber instável, corra!

História:

Era inverno em Mystic Falls, qual ano na verdade não me recordo. As árvores balançavam sem folhas ao vento que lhes agredia sem parar. Havia passado algumas semanas que eu tinha ido à biblioteca durante o intervalo de aula e vi um livro que me chamou atenção. Contava a estória dos quileutes e dos frios.... ou seja, lobisomens e vampiros. O livro me fascinara de tal forma que eu tinha já feito várias pesquisas sobre o assunto, mas nada que me parecesse real. Achava mágico e lindo seres extraordinariamente fora do comum que podiam amar sem limites, odiar sem remorsos, vagar pelo mundo a procura de espaço e respeito, fugir do inimigo e proteger-se de várias formas para não ser pego desprevenido pela ardência dos raios solares e outros que eram reféns da lua, dos instintos e das regras pelos territórios e ainda os que buscavam com energia e poder equilibrar esse mundo doido... bruxos, feiticeiros ou seja lá que nome chamar, eles para mim pareciam sair de contos de fadas. Foi quando eu ouvi na escola rumores de que um perigo mortal rondava Mystic Falls e ninguém sabia se era um animal selvagem ou algo pior e todos sem exceção foram proibidos de ir para a floresta. Antes do sol dar lugar à lua, todos  já estavam em suas casas, trancados e os curiosos olhavam pela janela..Naqueles dias que se seguiram após o boato, eu ia para a escola olhando para todos os lados e evitava ficar sozinha em lugares sombrios e vazios; embora a cidade não seja uma metrópole até mesmo os colegas de escola pouco se viam depois da aula, todos corriam para suas casas e eram poucos aqueles que residiam próximos. Quando a aula terminava eu sempre tentava alcançar o pessoal que poderia me acompanhar ao menos até a metade do caminho; depois eu seguia só.Voltava para a casa quando vi um vulto e corri cheguei em casa e logo tranquei todas as portas e janelas possíveis a apaguei as luzes para não chamar muita atenção... Fiquei abrigada bem longe da janela ou de qualquer outro lugar em que a minha sombra fosse descoberta pela luz do luar. Achei que tudo estivesse calmo, levantei-me serenamente e suspirei aliviada. Um estrondo perto da janela me fez tremer e de - repente ouvi uma voz misteriosa e suave que me dizia que tudo ia ficar bem. que eu não deveria me preocupar e que não seria prudente uma invasão, mas precisava de ajuda e quando viu a primeira pessoa passar por ali em horas não poderia perder a oportunidade de ser ajudado.Acendi as luzes e olhei devagar. Ele estava ali, parado na porto como se esperasse por uma resposta. Dei algum passos em direção ao homem misterioso e confesso que estava há alguns segundos de começar a gritar e chamar muita atenção dos vizinhos quando ele delicadamente acariciou os meus ombros e implorou que eu não tivesse medo. Eu não sei explicar o motivo, mas conforme os minutos corriam sem cessar aquele temor diminuía e eu sentia de alguma forma que podia confiar nele. Perguntei o que ele precisava se estava ferido, se desejava talvez algum remédio para a dor. Surpreendentemente ele me respondeu que remédio nenhum aliviaria a dor da culpa ou a dor de um amor perdido; Assustada com a resposta eu comecei a ir para trás, queria me afastar um pouco daquele rosto que parecia tão aflito e desolado. Antes que eu conseguisse entrar ele revelou o monstro que era: Um vampiro. Mas como? vampiros para mim eram saídos de contos e fantasias... Ele pegou uma de minhas mãos e fez com que eu sentisse as presas que queimavam nele como fogueiras ou lavas de vulcões. Um pequeno corte foi feito em meu dedo e dado o cheiro e o gosto que ele já havia sentido ele pediu, implorou, disse que era daquilo que ele precisava. Me encolhi e dei mais um passo conseguindo ultrapassar a soleira. Nessa altura as luzes refletiram nele e eu vi...suas vestes pretas traziam um brilho incomum; olhei mais de perto e vi o sangue. Tentei ajudar e ele se esquivou afirmando que já tinha cicatrizado mas estava fraco... Deixei que a curiosidade me consumisse sobre o que de fato tinha acontecido com ele e como se lesse minhas indagações respondeu  que havia sido atacado enquanto vagava pela noite. Mas quem? quem poderia ter feito aquilo e como? como tinham feito para fazê-lo sangrar se ele curava os ferimentos? A não ser que alguma das duas coisas fosse mentira, ou até mesmo as três coisas; um vampiro? e eu estava falando com ele normalmente? Algo estava errado!! Desde que ele entrara pela janela haviam se passado mais de meia hora e eu pensava se eu estava sendo burra demais de continuar parada ali. Ameacei mais um passo e ele pediu que não fizesse aquilo e eu não entendi, pois a porta estava aberta e ele poderia  vir atrás se quisesse. O fato é que ele queria mas não podia. Percebi com os olhos arregalados que sim, ele era um vampiro mesmo!! estava na minha porta e bloqueado na passagem para dentro. O que antes parecia algo doentio passou a ser real e eu me apavorei! Eu disse que não podia ajudá-lo mais e que eu não tinha nada que realmente pudesse ajudá-lo; ele balançou a cabeça num sinal negativo e fez um gesto para que eu saísse; eu não sai. Notei que ele segurava algo em suas mão mas que eu não conseguia decifrar...bastou mais um passo e....eu não sei com que e nem como fui atingida; cai aos pés dele que me puxou para fora e mais uma vez se desculpou... senti as presas cravarem em meu pescoço e me senti amolecer nos  braços dele. Sentia ele mais forte e eu cada vez mais mole. O misterioso rapaz que não se apresentara começou a ceder. Agachou-se e me deitou em seu colo... mordeu a palma de sua mão eu desmaiei...  Abri os olhos e as coisas ao meu redor me pareciam estranhas demais; mais vivas do que de costume. O aroma era bem mais intenso do que da última vez que eu o sentira e me senti totalmente perdida. Eu já não estava mais exatamente no mesmo lugar do dia anterior, eu estava num local bem mais escuro e sombrio. Me deu calafrios. Procurei desesperadamente a saída e mal consegui colocar os meu pés para fora dali, o sol quase torrou minha pele. Soltei um grito aterrorizante e voltei. Então era isso; eu estava condenada à escuridão, tinha virado uma criatura das trevas e achei que o rapaz misterioso tentara me salvar. Passado poucas horas comecei a recordar da mordida que me foi dada no dia anterior... ele também era... e isso não era bom!! Fiquei muito tempo para saber o que deveria fazer, jamais poderia sair no sol e não sabia como proceder durante a escuridão. Foi então que um estrondo surgiu e ele estava novamente ali, pensei em atacá-lo , sei lá, fazer qualquer coisa do tipo, afinal ele tinha me transformado num monstro... quando dei os primeiros passos ele chegou manso até mim e disse em poucas palavras que eu precisava me alimentar para completar a transição ou morreria e como ele não sabia qual seria minha decisão tinha levado um presente ao qual apontou para o seu dedo médio da mão esquerda e disse que aquilo o protegia do sol. Era bruxaria e graças a isso ele podia manter o seu segredo intacto, a não ser que fosse necessário exibi-lo. Novamente ele sumiu e me deixou com um anel e uma dúvida terrível... Sai de noite para caçar e pronto. Uma mordida e eu me senti muito melhor e tentei fazer as coisas de forma que ninguém notasse que eu tinha mudado; andei dias atrás do homem misterioso até que li os dizeres "Festa dos fundadores de Mystic Falls". Bem, não custava nada procurar, afinal quase toda a cidade estaria ali. Fui e não me arrependi. Consegui encontrá-lo e ele mais do que depressa explicou o que tinha  feito naquele dia após o meu desmaio; ele  deu-me um pouco de seu sangue. Eu não entendi! ele desculpou-se pela atitude covarde e disse que estava desesperado por ajuda e que ele não era de fazer essas coisas melodramáticas mas que sentiu a necessidade de tentar corrigir o seu feito. Dito isso me deitou no chão e foi embora, colocando em suas tarefas do dia seguinte ir me ver e dizer o que eu tinha ou não que fazer. Passamos a festa conversando de vários assuntos e na hora de sair ele finalmente se apresentou: sou Damon Salvatore e moro ali, Salvatore State. Sou Thyme Maundrell, eu disse apertando-lhe a mão. Trocamos telefones e saímos cada um para sua casa.

avatar
Thyme Coleridge Maundrell

Mensagens : 2
Data de inscrição : 11/08/2013
Idade : 25
Localização : Mystic Falls

Ficha do Personagem
Especie: Vampiro
PhotoPlayer: Kayla Eewel

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum